Abrir filial ou nova empresa? O que fazer para investir no crescimento da sua empresa

Como saber se é melhor abrir filial ou nova empresa? Seja na infraestrutura, número de funcionários ou recursos tecnológicos, uma empresa bem sucedida precisa tomar uma importante decisão quando o negócio cresce tanto que se torna pequeno demais para uma única filial. Para estes casos, é melhor abrir filial ou nova empresa? A minha empresa cresceu. Até onde ela pode chegar? Diferente do microempreendedor individual, que após o crescimento monetário alcançado deve mudar sua modalidade para se adequar ao novo lucro recorrente, uma empresa de modalidade mais robusta deve tomar a importante decisão do caminho de crescimento de seu negócio. Ainda que existam vantagens e desvantagens em ambos os casos, é preciso ir além na escolha dessas possibilidades, afinal, o erro, entre abrir uma filial ou uma nova empresa, pode impactar diretamente a companhia principal, seja por influência ou prejuízos de um mau planejamento. Mas afinal, o que é uma filial? Se você chegou a este artigo sem necessariamente compreender o porquê uma filial seria ao menos considerada como alternativa a uma nova empresa, talvez seja importante compreender alguns pontos sobre a prática. Ao lado dos pontos positivos, é possível destacar o fortalecimento da marca através da prática, afinal, ela estará disponível em mais lugares, além de também fortalecer a empresa matriz de maneira vitalícia no sucesso de suas filiais. Já nos pontos negativos, o cuidado deve ser maior em relação a qualidade das empresas filiais, pois o mal atendimento ou práticas desagradáveis em qualquer unidade podem ser fatais para a rede inteira, ainda que possuam sua independência. Isso porque uma filial representa todas as outras, simplesmente pelo compartilhamento da marca. Embora possuam pontos semelhantes, uma filial não pode ser confundida com uma franquia. Isso porque as franquias dependem dos investimentos da matriz e da colaboração de seus empresários, também conhecidos como “franqueados”, enquanto a filial é totalmente independente, sendo subordinada apenas no que se refere ao uso da marca. No geral, apesar de todas as diferenças, alguns pontos negativos entre as duas modalidades são semelhantes: Investimento alto para expansão; Risco alto no caso da iniciativa falhar; Maiores despesas para manter as novas lojas; Dificuldade na integração entre as filiais e matriz de forma eficaz. Quais as diferenças entre abrir uma filial e uma nova empresa? Em resumo, na criação de uma empresa, temos de pensar em tudo ao que se refere a ela de maneira isolada, planejar cada detalhe de sua criação e funcionamento, enquanto no caso de uma filial os investimentos ocorrem em negócios já validados além do apoio da matriz. A abertura de uma filial pode ser mais econômica do que uma nova empresa, isso porque no primeiro caso já existe uma estrutura base e a dispensa de ICMS na transferências e possibilidade de centralização dos casos em um único lugar – sendo a própria matriz. Sendo assim, a principal diferença das duas possibilidades são os processos e tributação. Empresas do Simples Nacional podem ter filiais? O Simples Nacional é um regime de tributação vantajosa para pequenos empresários porém com suas limitações para negócios em maior escala. No caso empresas optantes por esse faturamento, a abertura de filiais é permitida, porém está condicionada aos limites de faturamento estipulados por ele.   * Este artigo tem caráter informativo para os empreendedores Brasileiros. Atualmente a abertura de Filiais não está dentro do escopo dos serviços prestados pela Contabilizei.   Fonte: Abrir filial ou nova empresa? O que fazer para investir no crescimento da sua empresa. Contabilizei.Blog, 2022. Disponível em: https://www.contabilizei.com.br/contabilidade-online/abrir-filial-ou-nova-empresa-o-que-fazer-para-investir-no-crescimento-da-sua-empresa/. Acesso em: 27/10/2022.

Imposto de Renda 2022: entrega deve começar em 03 de março

Está chegando o período em que nós, brasileiros, precisamos prestar contas sobre os nossos recebimentos ao Governo Federal. Este ano, o prazo para a entrega do Imposto de Renda deve começar em 02 de março, por isso, caso ainda não tenha separado os documentos é hora de começar.   Documentos para a declaração do Imposto de Renda Para ser possível fazer a declaração, os bancos e as instituições financeiras têm até o dia 28 de fevereiro para enviar os informes de rendimentos. Agora, os extratos dos aposentados e pensionistas para o imposto de renda de 2022 já estão disponíveis no site e no aplicativo do INSS ou no banco em que o aposentado ou pensionista recebe o valor.   Prazos do Imposto de Renda 2022 Além disso, o programa do IRPF ficará disponível para download até dia 25 de fevereiro de 2022. Também vale reforçar que o último dia para declaração será 30 de abril de 2022. O ano passado esse prazo foi estendido para o final de maio por conta da pandemia do coronavírus. Lembre-se que quanto antes você declarar mais cedo é possível receber a restituição do imposto, caso tenha, já que os pagamentos são feitos em lotes. Já as empresas e Microempreendedor Individual (MEI), devem enviar a Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (Dirf) até 28 de fevereiro.   Quem deve declarar o Imposto de Renda em 2022? O governo tem até esta sexta-feira para divulgar algumas regras, mas como a reforma tributária não teve avanço no Congresso o que valeu para o ano passado, por enquanto se mantém. Deve declarar: – Todo contribuinte que apresentou em 2021 renda tributável superior a R$ 28.559,70 – Aqueles que tiveram rendimentos isentos, como pagamento de dividendos de empresas ou de retorno de fundo imobiliário, que somem mais de R$ 40 mil. – Quem teve, em qualquer mês de 2021, ganho de capital na venda de bens ou direitos sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas – Aqueles que obtiveram receita bruta em valor superior à R$ 142.798,50 na atividade rural, ou que pretenda compensar, no ano-calendário de 2020 ou posteriores, prejuízos de anos-calendário anteriores ou do próprio ano-calendário de 2020. – Aqueles que passaram à condição de residente no Brasil em qualquer mês de 2021 – Aqueles que optaram pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias contados da celebração do contrato de venda, de acordo com o que determina a Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.   Não deixe para depois a declaração do seu Imposto de Renda O Imposto de Renda é uma obrigação fiscal importante a ser cumprida para se manter em dia com o Governo Federal. Pode parecer um processo complicado, mas perder o prazo pode dificultá-lo ainda mais.   Tire dúvidas sobre o Imposto de Renda 2022 Se ficou com qualquer dúvida relacionada à declaração do Imposto de Renda 2022, entre em contato conosco para esclarecer! Estamos à disposição para te ajudar!

O impacto de uma contabilidade consultiva no seu negócio

Ter um setor de contabilidade em qualquer empresa é praticamente obrigatório hoje em dia. Afinal, a alta carga tributária brasileira faz com que seja necessário contar com quem entende do assunto para manter as obrigações fiscais em dia. Mas será que só evitar multas e pendências diante do Fisco é suficiente? Depende do resultado que você espera que o seu negócio atinja. Se você pretende fazer com que o seu negócio cresça, otimizando os recursos que a sua empresa tem nas mãos, uma boa estratégia é fundamental. Nesse sentido, a contabilidade consultiva é uma ótima ferramenta.   O que é contabilidade consultiva? Normalmente, os escritórios fazem o papel de receber e gerar informações sobre o negócio do qual estão cuidando. Esse volume de dados, em geral, é utilizado em obrigações legais e são armazenados. Já com a contabilidade consultiva esses dados são empregados na gestão estratégica e o profissional contábil atua também como consultor. Nesse sentido, o escritório contábil funciona tanto como prestador de serviços, quanto uma assessoria empresarial, auxiliando inclusive nos processos de backoffice.   Contabilidade consultiva e relacionamento com o negócio Por conta do papel que a contabilidade consultiva desempenha, o relacionamento entre o escritório de contabilidade e o negócio cliente é muito mais próximo. O consultor de contabilidade precisa compreender exatamente as atividades, metas e fraquezas da empresa para que possa criar estratégias para o negócio atingir seus principais objetivos. Dessa forma, o atendimento torna o trabalho contábil mais personalizado, tornando-se um importante aliado da empresa que contrata o serviço.   Contabilidade consultiva e transformação digital O uso de recursos tecnológicos proporcionados pela transformação digital é uma grande tendência para todos os setores. Para proporcionar todos os benefícios, a contabilidade consultiva utiliza a tecnologia como aliada, fazendo com que seja mais simples realizar procedimentos burocráticos, ganhando mais tempo para planejar a estratégia do negócio junto com a empresa que é sua cliente. Assim, ajuda a reduzir custos, contribui para a tomada de decisão e faz com a  empresa se torne mais competitiva ao utilizar o que há de mais moderno na área da contabilidade.   Como a contabilidade consultiva ajuda o seu negócio Como você pôde perceber, contar com um contador consultor faz com que a contabilidade da sua empresa vá além de apenas cumprir as obrigações fiscais. A contabilidade consultiva ajuda com estratégias. Para ficar mais fácil compreender como, acompanhe alguns dos papéis da contabilidade consultiva: – Melhorar a estrutura organizacional para o backoffice – Criar práticas internas para redução do risco fiscal – Desenvolvimento do planejamento tributário – Proporcionar melhorias nos indicadores financeiros para análise de resultados – Otimizar processos para a gestão financeira em geral – Acompanhar a movimentação das informações financeiras e legais   Conte com uma contabilidade consultiva! Se ao ler esse artigo você compreendeu que o que a sua empresa precisa é de uma contabilidade consultiva, converse com um dos nossos especialistas. A Lince pode ajudar com a consultoria contábil do seu negócio.

5 dicas para sua empresa pagar menos impostos em 2022

O Brasil é um dos países que apresenta alta cargas tributária. Dessa forma, utilizar estratégias legais para diminuir o valor a ser pago por impostos pode contribuir para a saúde financeira das empresas. O ano está começando é o momento de colocar em prática os planos para fazer a sua empresa crescer e destacar no mercado! E claro que manter a saúde financeira em dia é extremamente necessário para manter o seu negócio competitivo. Reduzir o valor a ser pago em impostos durantes o ano pode ajudar nesse desafio!   Estratégias para pagar menos impostos Não se preocupe porque existem formas de fazer isso dentro da lei, sua empresa não estará burlando o sistema e não correrá riscos de encarar multas ou receber penalidades do Fisco. Neste artigo, vamos apresentar 5 dicas que poderão te ajudar na tarefa de diminuir a carga tributária a ser paga pela sua empresa. Acompanhe!   1. Analise o regime tributário da sua empresa O primeiro ponto a ser considerado aqui é se o seu regime tributário está adequado. A sua empresa pode optar por uma das 3 modalidades: – Simples nacional – Lucro real – Lucro presumido Uma boa contabilidade conseguirá analisar os três casos e definir qual será o regime mais adequado para empresa e assim sua empresa não pagará impostos de forma desnecessária.   2. Aproveite os benefícios fiscais O governo oferece incentivos fiscais para determinadas empresas, reduzindo a carga tributária a ser paga. É preciso verificar se o seu negócio se enquadra para o recebimento de incentivos federais, estaduais ou municipais. Além disso, a cobrança de impostos pode variar em diferentes estados ou municípios, assim, tem empresas que optam por se instalar em outro estado ou cidade para pagar menos impostos.   3. Verifique as alíquotas As informações fiscais são muito importantes no preenchimento de cadastro de produtos. Por isso, é preciso ter atenção às alíquotas nesse processo para que a sua empresa não acabe pagando mais impostos do que deveria. Por exemplo, a alíquota de ICMS deve ser preenchida de acordo com o que determina a legislação de cada estado, já que esse imposto é dirente para cada um deles. Um bom conhecimento nas legislações fiscais ajudam a organizar esse processo.   4. Diminua o pró-labore Se a empresa está enquadrada no Lucro Real, por exemplo, distribuir os lucros isentos entre os sócios pode diminuir de forma considerável os impostos a serem pagos. Verificar se é possível diminuir o pró-labore da sua empresa pode ajudar na economia.   5. Conte com bons profissionais Para pagar menos impostos em 2022, a dica principal é contar com profissionais que consigam ajudar a sua empresa a analisar todos esses pontos, pensando o seu negócio de forma estratégica! Nós podemos te ajudar nesse desafio! Entre em contato conosco.

O que é holding e como ela pode ajudar seus negócios?

Esse modelo de negócio pode ser muito benéfico quando o assunto é administração de empresas. Nesse post, trouxemos para vocês as principais características de uma holding, suas vantagens para você compreender melhor como isso é possível.   O que é uma holding empresarial Caso esse conceito ainda seja complicado para você compreender, saiba que uma holding é formada por uma empresa que compra a maior parte de ações de outra para conseguir benefícios tributários. Por outro lado, a empresa que vende essas ações tem maiores benefícios na sua gestão. Essa prática de gestão, no Brasil, é garantida por lei desde 1976, com a Lei das Sociedades por Ações. Existem alguns tipos de holding: Pura: quando exerce somente a atividade de participação e controle em outras empresas; Participação: quando possui a participação societária, mas sem ter o controle de outra empresa; Controle: quando tem participação ou quotas o suficiente para obter o controle societário; Mista: quando além da atividade de holding também exerce atividades como comércio e prestação de serviços.   Holding patrimonial Agora que já apresentamos os modelos das holdings empresariais, é possível falar sobre uma outra modalidade de holding que é holding patrimonial, recomendada para pessoas físicas que tem uma certa quantidade de bens. O objetivo é garantir proteção a essas posses. Como você deve ter percebido, em uma holding patrimonial, os sócios podem integrar os seus bens e capitais Isso facilitaria a tomada de decisões e oferece benefícios fiscais e facilidade no planejamento sucessório.   Vantagens de uma holding Além dos benefícios que já apresentamos acima, outras vantagens também devem ser consideradas. Abaixo listamos oito delas: 1. Agrupamento de capital 2. Economias de operações de grande escala como desconto em comprar, por exemplo; 3. Prejuízos menores em caso de decisões equivocadas; 4. Manter o controle da empresa nas mãos do fundador; 5. Melhor administração de bens; 6. Ajuda a alavancar os lucros; 7. Proporciona maior capital de giro para as empresas; 8. contribui para a obtenção de financiamento e empréstimos.   Riscos de uma holding Mas é claro, que ainda precisamos considerar os riscos que fazer parte da decisão de criação de holding ou de fazer parte de uma. Entre os principais riscos podemos citar alguns como: excesso de capitalização, possibilidade de fraude pela manipulação de contas e até mesmo a concentração da gestão da empresa pela sociedade que controla a holding.   Defina o objetivo da sua estratégia É muito importante saber qual é objetivo do seu negócio para pesar os prós e os contras de uma possível decisão. Somente sabendo onde a sua empresa quer chegar é possível determinar se criar uma holding ou se fazer parte dela será uma boa decisão. Afinal, todas elas carregam vantagens e riscos. Se precisar de ajuda para fazer essa análise, conte conosco. Nós podemos te ajudar com a sua estratégia!

O que é DRE e qual a sua importância na contabilidade?

Conhecer os principais indicadores financeiros do seu negócio, é fundamental para o sucesso da empresa. Entenda como a DRE pode te ajudar nessa tarefa. A Demonstração do Resultado do Exercício, ou DRE, é um uma obrigação fiscal das empresas brasileiras, estabelecida pela Lei 6.404/76. Ela consiste em um relatório que tem todas as informações fiscais e contábeis de determinado negócio. Por meio da DRE é que o Fisco conseguirá saber se o cálculo feito para a cobrança de impostos foi feito da maneira correta. Mas, para além disso, é um relatório muito importante também para a gestão, porque por meio dele, fica claro se a sua empresa está tendo lucro ou prejuízo e os motivos, de maneira muito simples.   Diferença entre DRE e fluxo de caixa Você deve estar pensando que já consegue essas informações com o fluxo de caixa, certo? Bom, mas a DRE e o fluxo são documentos um pouco diferentes e, assim, também oferecem dados diferentes. Por exemplo, o fluxo de caixa permite que você observe o capital da sua empresa em um curto prazo. Assim, você consegue visualizar a quantidade de dinheiro disponível agora. Já a DRE, por contar com informações que vão além das entradas e saídas, como todos os custos e despesas da sua empresa, ela amplia a perspectiva financeira e assim, é possível visualizar um cenário mais a longo prazo.   Emissão da DRE Conhecendo essa utilidade da demonstração, saiba que é possível ter esse relatório disponível de acordo com a frequência que for necessária para o seu negócio. Como obrigação fiscal solicitada pelo governo é necessário emitir a DRE anualmente. Mas se você quiser acompanhar esse relatório com mais frequência você pode solicitar que a sua contabilidade faça a emissão semestralmente ou a cada 3 meses, por exemplo.   O que exatamente compõe a DRE Os relatórios da DRE podem ser solicitados a uma frequência menor do que a necessária porque trazem dados que permitem um estudo a longo prazo do cenário financeiro de uma empresa. E isso só é possível por conta das informações fiscais e contábeis que estão contidas na DRE. Vale lembrar que essas informações variam de acordo com o tipo e o porte da empresa, por exemplo. Entre os principais dados que você pode encontrar na demonstração, estão: 1. Receita bruta Todo o dinheiro que entrou no negócio. 2. Deduções e abatimentos Para este cálculo são considerados os impostos ICMS ou ISS, além de outros valores como descontos, abatimentos e devoluções. 3. Receita líquida Subtraindo as deduções e abatimentos da receita bruta, será obtido o valor da receita líquida. 4. Custos, produtos e serviços Estão inclusos aqui gastos com logística e com matéria-prima, por exemplo. Esses valores devem ser subtraídos da receita líquida. 5. Lucro bruto Após fazer o cálculo citado acima, será obtido o valor do lucro bruto. 6. Despesas administrativas e de vendas Aqui entram gastos com aluguel, salário, água, energia elétrica e internet, por exemplo, e devem ser subtraídos do lucro bruto. 7. Lucro/prejuízo operacional Com o cálculo feito será possível saber se o seu negócio apresenta lucro ou prejuízo operacional. 8. Impostos Será preciso, ainda, descontar os valores de impostos como o IRPJ e CSLL. 9. Resultado líquido do exercício Com todos os cálculos feitos, será possível obter o resultado do exercício.   Conte com uma equipe especializada para emitir a DRE São muitos cálculos e informações necessárias para que dê tudo certo com a DRE. E Para que essa tarefa seja um pouco menos burocrática e você ganhe tempo para planejar o seu negócio de forma estratégica, você pode contar com profissionais especializados e até mesmo softwares. Entre em contato conosco para saber como a Lince pode te ajudar!

Guia prático para declarar seu imposto de renda em 2022

Está chegando o período em que brasileiros e empresas precisam cumprir uma das principais obrigações fiscais: a declaração do imposto de renda. Esse assunto te traz preocupação? Pelo sim ou pelo não é sempre bom saber o que te espera nesse momento. Então acompanhe o guia prático que preparamos para te ajudar!   Imposto de Renda O Imposto de Renda (IR) é um dos tributos federais mais importantes do Brasil que incide sobre o que você ganhou durante o ano anterior. A declaração deve ser feita todo início de ano, entres os meses de março e abril, com o objetivo de garantir ao Governo que todos os ganhos do ano anterior foram feitos de forma legal.   Diferenças entre os impostos de empresas e pessoas físicas Existem dois tipos de Imposto de Renda: IRPF (Imposto de Renda de Pessoa Física): voltado para pessoas que precisam informar ao governo seus rendimentos. IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica): focado em comunicar e regularizar a situação da empresa com o governo federal. O IRPJ informa as movimentações fiscais e contábeis das empresas durante o ano, comprovando o cumprimento dos deveres tributários como empresa.   Imposto de Renda de Pessoa Jurídica De acordo com a Receita Federal, são obrigadas a declarar Imposto de Renda as seguintes pessoas jurídicas: Empresas públicas; Pessoas Jurídicas com sede em outros países que têm representações, agências, sucursais ou filiais no País; Pessoas Jurídicas de direito privado com domicílio no Brasil, independentemente da finalidade, da nacionalidade e de quais forem os participantes no capital delas; Sociedades cooperativas de consumo cuja finalidade seja a compra e o fornecimento de bens aos consumidores; Sociedades de economia mista e as subsidiárias delas. A instituição que não apresentar a declaração de IRPJ até o fim do período estipulado pode ter que pagar multa. Isso também pode acontecer se for constatado que a empresa apresentou alguma informação incorreta.   Passo a passo para declarar o IRPJ da sua empresa Se você ou a sua empresa se enquadrar em qualquer uma dessas categorias, siga o passo a passo para fazer a sua declaração do IR: 1. Organize os documentos Antes de começar o processo reúna todos os documentos relacionados a investimentos, compras e vendas da sua empresa, feitos até dia 31 de dezembro de 2021. 2. Acesse o programa da Receita Federal Se você ainda não baixou o programa, recomendamos que baixe agora no site da Receita e deixe-o preparado desde já. Assim, você evita problemas durante o período de declaração. 3. Escolha como quer fazer a declaração É possível aproveitar os dados da última declaração ou começar do zero. Defina a sua escolha para iniciar. 4. Siga o roteiro solicitado pelo software O programa te fará perguntas e solicitará algumas informações sobre as suas declarações. Os procedimentos são simples, mas será necessário ter os documentos em mãos e muita atenção.  5. Entregue a declaração Depois de seguir os passos e anexar todas as informações solicitadas, para finalizar, selecione a opção “Entregar declaração”. Pronto, você estará em dia com o Governo e a Receita Federal!   Como você deve ter percebido, o procedimento é simples, mas precisa de bastante atenção. Então, caso sinta-se inseguro para fazer a declaração da sua empresa, conte com a ajuda de profissionais especializados. Se ficou com alguma dúvida ou quer saber mais sobre esse assunto, entre em contato conosco! Nós podemos te ajudar.

Crédito tributário: um dos conceitos primordiais para o seu negócio

Se você é responsável por uma empresa, certamente já deve ter se deparado com o conceito de crédito tributário. Mas você sabe o que ele significa na prática? Compreender o que é o crédito tributário é fundamental para se prevenir de multas e sofrer prejuízos em relação a assuntos fiscais. Para esclarecer suas dúvidas sobre este assunto, contribuindo para que a situação fiscal e financeira do seu negócio não fique prejudicada, trouxemos, neste texto, alguns pontos a que você deve se atentar sobre o crédito tributário.   Quem pode exigir um crédito tributário Em primeiro lugar, é preciso ressaltar que deve existir um fato gerador para que um crédito tributário seja cobrado. Por exemplo, para que o Imposto de Renda seja cobrado dos contribuintes no Brasil, é preciso que os valores declarados sejam auferidos. Essa medição então, gera um valor de imposto que deve ser pago ou restituído ao contribuinte e, portanto, é um fato gerador. Isso quer dizer que, o crédito tributário é exigido pelo sujeito ativo da obrigação tributária. Porém ele só pode ser exigido se houver previsão legal para o fato gerador. Ou seja, para que um imposto seja cobrado, é preciso que haja predefinição por lei. Como você deve ter compreendido então, o crédito tributário só pode ser cobrado pelos sujeitos ativos das obrigações tributárias, ou seja, a União, os estados ou municípios.   Quem paga por esse crédito E quando o assunto é pagamento de impostos, os grandes responsáveis são os contribuintes. Ou seja, você como pessoa física ou jurídica. Nós que contribuímos com os pagamentos somos chamados de sujeitos passivos da contribuição tributária. Vale lembrar que é obrigação dos contribuintes também fazerem as declarações fiscais corretamente para que o sujeito passivo avalie a existência de fato gerador de crédito tributário.   Como especialistas podem contribuir com os sujeitos passivos Como é possível perceber, é preciso ter atenção a todas as questões relacionadas aos impostos para estar em dia com o Fisco. No Brasil, as empresas estão sujeitas a diversos fatos geradores predefinidos pelas leis, que também mudam com frequência. Nesse sentido, uma equipe especializada em questões fiscais pode ajudar a sua empresa a ficar em dia com todas as obrigações principais e acessórias, muito importantes para que seu negócio esteja sempre de acordo com o que a legislação determina. Além disso, ter uma equipe dedicada pode ajudar a sua empresa a recuperar o valor de impostos pagos indevidamente.   É possível recuperar um crédito tributário? Existem casos em que o crédito tributário é gerado de forma incorreta. Sendo assim, é possível que uma empresa pague valores maiores do que deveria em impostos. É possível reaver essas quantias, mas para isso é preciso uma análise detalhada dos impostos pagos até os últimos cinco anos. Caso alguma divergência seja encontrada é possível solicitar a devolução do crédito em dinheiro, ou mesmo o abatimento dos valores em impostos. Sem uma equipe especializada esse procedimento torna-se um pouco mais complicado. Por isso, vale a pena investir em quem pode contribuir para a saúde financeira da sua empresa. Conte conosco também para tirar quaisquer dúvidas sobre esse assunto!

Migração de MEI para ME: como fazer?

Quando um Microeemprendedor Individual cresce, muitas vezes, é necessário legalizar o empreendimento mudando o regime tributário para Microempresa. Essa tarefa torna-se obrigatória se a sua empresa ultrapassar o valor de 81 mil reais de faturamento anual ou se o seu negócio precisar contratar mais de um funcionário, por exemplo. Apesar de envolver alguns procedimentos e processos importantes, atualizar a situação jurídica da empresa não é tão complicado assim. E para tornar este procedimento ainda mais fácil, trouxemos alguns passos para você acompanhar.   Saiba como mudar de MEI para ME em 4 passos:   1. Solicite o desenquadramento do MEI Esta solicitação deve ser feita no Portal do Simples Nacional. Lembre-se de que quando o motivo da alteração é o aumento do faturamento anual, também será necessário ajustar o valor recolhido durante o ano anterior.   2. Comunique à Junta Comercial do seu estado Em seguida, é preciso comunicar a Junta Comercial do seu estado a mudança de MEI para ME, apresentando os documentos necessários.   3. Atualize os dados cadastrais da sua empresa Para concluir a mudança é preciso atualizar os dados como razão social e capital social, na Junta Comercial, prefeitura e demais órgãos como a Sefaz e a Secretaria de Estado da Fazenda.   4. Pague os tributos e impostos corretamente Para que não haja erros nessa etapa é recomendado que você tenha a ajuda de um contador ou de alguma consultoria para que sua nova empresa não comece com o pé esquerdo quanto ao Fisco! Uma alternativa para esse processo também é dar baixa no MEI no Portal do Empreendedor e abrir um novo CNPJ na nova categoria.   Quanto custa passar de MEI para ME? Para realizar este processo você terá um custo que envolve as taxas públicas para o desenquadramento do MEI e a composição da nova situação jurídica como ME. O valor total para estes procedimentos fica em torno de R$260,00.   Conte sempre com uma equipe especializada Como você pôde perceber, o processo não é muito complicado e é possível que você realize todo o procedimento por conta própria. Mas ter um profissional da área contábil pode ser muito importante para evitar que erros aconteçam. Inclusive, se você deixar de se preocupar com as questões burocráticas, terá mais tempo para pensar nas estratégias das quais a nova fase do seu negócio demanda. Além disso, ao se tornar uma Microempresa, será necessário um serviço de contabilidade mensal, sendo muito necessário ter orientações e suporte.Afinal, nós sabemos que as questões fiscais, no Brasil, envolvem processos, por vezes, burocráticos e específicos. Por isso, conte com uma equipe especializada para que sua empresa não enfrente grandes dificuldades com os processos.

Obrigações fiscais e contábeis: mantenha sua empresa em dia

Abrir uma empresa envolve grandes responsabilidades como, garantir a qualidade do produto e do serviço prestado, fazer a gestão de pessoas, cuidar da motivação dos funcionários e das finanças. Além dessas, que normalmente são as maiores preocupações da pessoa que é responsável por um negócio, também é preciso ter como ponto de atenção o cuidado com as obrigações fiscais e contábeis. Manter-se em dia com essas obrigações é fundamental para garantir o sucesso de um negócio porque faz com que a empresa não fique no prejuízo pagando multas, por exemplo.   Obrigações fiscais As obrigações fiscais, por exemplo, envolvem todos os impostos que uma empresa precisa pagar para se manter regular junto ao fisco. Elas também são conhecidas como obrigações tributárias. Nós sabemos que, no Brasil, temos uma alta carga tributária envolvendo produtos e serviços. Por isso, se manter atento pode fazer toda a diferença para as finanças de um negócio. Abaixo trouxemos quais são as obrigações que fazem parte da gestão tributária: 1. Emissão de nota fiscal As notas fiscais devem ser emitidas sempre que for prestado serviço ou vendido um produto. 2. Pagamento de impostos O sistema tributário brasileiro é bastante complexo e rígido, por isso, ter uma equipe que apoie a empresa, nesse sentido, é importante. Entre os principais impostos que precisam ser pagos estão: o CSLL, o COFINS, o ICMS, o IRPJ, o PIS e o ISS. 3. Livros fiscais Os livros fiscais devem conter os relatórios de todas as entradas e saídas, controle de estoque, apurações de tributos e outros elementos que envolvem os impostos de uma empresa. É muito importante manter esses documentos atualizados para que não aconteçam divergências nas questões tributárias.   Obrigações contábeis As obrigações contábeis são de extrema relevância para qualquer empresa, visto que comprova que a situação patrimonial do negócio está de acordo com a legislação por meio de relatórios e análises dos dados fiscais. Sendo assim, essas obrigações contam com alguns elementos, como: 1. Formalização da empresa A formalização da empresa é a primeira obrigação contábil a que um negócio precisa se atentar. Essa etapa envolve formalizar o CNPJ, contar com o alvará de funcionamento, definir o regime tributário, elaborar um contrato social, entre outros. 2. Demonstrações contábeis As demonstrações contábeis são importantes não só porque são obrigatórias para determinados regimes de trabalho, mas porque ajudam no planejamento estratégico, representando o fluxo contábil e financeiro da empresa. Para realizar as demonstrações contábeis é possível contar com o Balanço Patrimonial e com o DRE (Demonstração de Resultados e Exercícios).   Conte com uma equipe para te ajudar Você já sabe que manter as obrigações fiscais e contábeis de uma empresa é uma tarefa muito importante, que nem sempre será simples. Por isso, vale a pena contar com uma equipe dedicada para ajudar a sua empresa nessa tarefa! Não deixe esse assunto de lado e garanta o sucesso do seu negócio!